Playlist: grls

6.6.16


Nível de dedicação ao blog é o que eu gostaria? Não. Porém vida de adulto bateu à porta e cá estou eu sem tempo de novo. Quando me sobra um tempinho eu prefiro dar uma espiada nos blogs que eu gosto ao invés de ficar pensando em qualquer coisa pra postar aqui, porque assim também não vale, né? Mas hoje o motivo é nobre. Consegui terminar mais uma playlist e quero compartilhar com vocês (na verdade, não terminei não, queria ter colocado 16 músicas, mas olha, isso já faz uns meses). Uma playslist linda maravilhosa cheia de divas que você quer copiar.

Pra quem não usa Spotify, eu não cumpri com o prometido e não coloquei ainda em outra plataforma. Se vocês puderem me perdoar, logo eu providencio isso.

Espero que gostem. E se tiverem dicas de músicas que combinam com essa playlist, manda aí!

Tok Tok Tok

18.3.16


Descoberta musical que precisa muito ser compartilhada. Tok Tok Tok é uma banda de soul alemã, criada por Tokunbo Akinro (vocal) e Morten Klein (arranjos e composições) após terem trabalhado em diversos projetos juntos. Hoje, depois de 15 anos de parceria, cada um segue seu caminho, mas deixando um acervo de músicas maravilhosas para serem contempladas pelos nossos ouvidinhos.

Sei que vocês já estão cansados desse assunto por aqui, mas preciso falar dos covers. Eles gravaram Walk on The Wild Side (Lou Reed), que ficou sensacional e, ainda, um CD inteiro com músicas dos Beatles. É pra não perder de vista e ouvir a semana inteira, né?
E pra quem leu banda alemã e ficou curioso, eles tem sim muitas músicas gravadas em alemão, o que é uma boa para sair um pouco da bolha e ouvir um idioma que a maioria de nós provavelmente não está muito familiarizada.

Recomendo: Frances Ha

28.1.16


Esse filme não está tão fresco na minha cabeça, mas esses dias me peguei pensando nele, pensando sobre essa coisa de virar adulto (fiz aniversário  ) e ele trata mais ou menos sobre isso.


Não existe uma hora exata em que você passa a ser gente grande, data nenhuma define isso, mas a vida (e as pessoas) em determinado momento te cobram um amadurecimento e aí você tem que se virar. No filme, a Frances, personagem central, perto dos seus 30 anos, se encontra mais ou menos aí, uma série de coisas acontecendo na sua vida que exigem maturidade e ela meio perdida no meio de tudo, tentando fazer alguma coisa direito. Retrata muito bem a confusão e a personalidade da personagem, meio atrapalhada e mantendo o bom humor apesar dos pesares. Rola identificação e empatia em diversas situações.


A história se passa em Nova York, algumas cenas em Paris e é todo em preto e branco. Faz referência ao mumblecore, movimento artístico do cinema independente americano - bem simples, diálogos improvisados e baixos custos de produção, focando no relacionamento e interação entre os personagens.

Dentro da minha expertise toda sobre cinema, dou todas as estrelinhas pra Frances Ha e recomendo que você veja logo. É leve, com diálogos bem humorados e conflitos bem reais. Melhor de tudo é que tem no Netflix
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